Registo, para memória futura, de documentos diversos, relacionados com vida politica e social dos Açores, com realce para os primeiros anos a seguir a Abril de 1974
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Conferência de Imprensa da UDP- 1982
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Mário Tomé,
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UDP
domingo, 27 de fevereiro de 2011
A conspiração separatista nos Açores
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Fla,
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OAS
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Apoio à Junta Regional (1975)
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Fla,
Henrique Aguiar,
João Bosco Mota Amaral,
Luis Franco,
Martins Goultart,
PPD/PSD
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
FEC (ML)

Criada pela OCMLP, a FEC-ML (Frente Eleitoral Comunista Marxista- Leninista, surgiu publicamente em Dezembro de 1974 e o seu primeiro congresso realizou-se em Janeiro de 1975. Era uma organização política de carácter frentista e surgiu com o bjectivo de concorrer às eleições para a Assembleia Constituinte. Tal como foi referido no texto anterior, o grupo micaelense responsável pela publicação do jornal Luta simpatizava com esta organização.
Nas ilhas Terceira e no Faial, também, existiram pequenos grupos de simpatizantes desta organização política que mais tarde vieram a aderir ao PCP(R)
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A OCMLP
Dos diversos grupos que se reclamavam do marxismo-leninismo, o CMLP (Comité Marxista-Leninista Português) e a ORPC(m-l) (Organização para a Reconstituição do Partido Comunista Marxista-Leninista) dissolveram-se no PCP(R), tendo na altura aderido ao mesmo dezenas de militantes da OCMLP (Organização Comunista Marxista- Leninista Portuguesa).
Eram ou simpatizavam com a OCMLP, organização criada em 1973 após a fusão dos núcleos O Comunista com o grupo do Porto, Comité Operário, que publicava o jornal O Grito do Povo desde o início do ano de 1971, bem como os jovens açorianos que editavam o jornal LUTA. Com efeito, o Jornal Grito do Povo depois de Abri de 74 passou a ser distribuido em São Miguel por aquele grupo de jovens.

A Conspiração de Fall River para a independência dos Açores
sábado, 19 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A Fazer que eram carros
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Luta Pela Democracia Popular nº 15
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Contratos de Trabalho Ilegais em Santa Maria (1981)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Plano a Médio Prazo nem mereceu os votos do PSD da Terceira (1981)
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Encoberta corrupção do PSD (1981)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Os Açores estão à Venda
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Proibido Pescar
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Em Marcha,
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Pico
António Borges Coutinho
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
António Eduardo Borges Coutinho (Lisboa, 3 de Maio de 1923 — Lisboa, 3 de Fevereiro de 2011) foi um advogado e político, de origem micaelense. Filho segundo do marquês da Praia e Monforte, licenciou-se em Direito, pela Universidade de Coimbra, em 1948.
Biografia
Não esteve ligado à Oposição Democrática na sua juventude universitária. Em 1950, fixou-se em São Miguel, sendo estagiário junto do advogado Carlos Bettencourt. A sua doutrinação política e ideológica foi influenciada sobretudo pelo socialismo de António Sérgio e o pensamento de Agostinho da Silva. Em circunstâncias difíceis, viria a ser o único membro da Comissão Distrital de apoio à candidatura presidencial do general Humberto Delgado, em 1958, obtendo 4,8 % dos votos no distrito de Ponta Delgada.
Esteve preso em 1961, por tentar alertar a opinião pública para o verdadeiro significado do caso Santa Maria através de inscrições nas paredes. Passou a ser um membro de destaque da Oposição Democrática distrital, juntamente com Melo Antunes, sobretudo a partir da abertura marcelista, em 1969. Integrou as listas da CDE para a Assembleia Nacional, pelo distrito de Ponta Delgada, em 1969, juntamente com Manuel Barbosa e João Silvestre Pacheco, obtendo-se então 22,2 % dos votos, o segundo melhor resultado de uma candidatura oposicionista em todo o país. Foi novamente candidato em 1973, sendo a lista declarada inválida por uma alegada irregularidade, o que não teria impedido a sua anunciada desistência, à semelhança do verificado no resto do país.
Foi escolhido para ser o primeiro governador civil do Distrito Autónomo de Ponta Delgada, depois do 25 de Abril de 1974. Tomou posse em 21 de Agosto de 1974, mantendo como Secretário do Governo Civil o madeirense Augusto Branco Camacho, em funções desde 1950, apesar do seu passado político. Em Janeiro de 1975, integrou o Grupo dos Onze, com elementos do PPD, PS e MDP/CDE, que elaborou um projecto de autonomia para os Açores, que previa a criação de uma Junta Regional. Depois de derrota clamorosa do MDP/CDE nas eleições para a Assembleia Constituinte, em 25 de Abril de 1974, colocou o seu lugar à disposição do ministro da Administração Interna, major António Arnão Metelo, que, no entanto, insistiu para que continuasse em funções, o que fez relutantemente. Um dos seus principais objectivos, juntamente com o Presidente da Junta Geral, o faialense Eng.º Álvaro Soares de Melo, foi a aplicação de uma Lei do Arrendamento Rural mais justa, que protegesse os rendeiros dos grandes proprietários e terratenentes. Esteve em funções até à manifestação de 6 de Junho de 1975, convocada por esses mesmos adversários políticos, muitos deles ligados ao regime deposto. Sentindo-se desautorizado pelo Governador Militar dos Açores, general Altino Pinto de Magalhães, quando estava a negociar com uma delegação de manifestantes, pediu a demissão publicamente. Fixou residência em seguida no Continente, sendo director do jornal de esquerda Farol das Ilhas, de 1977 a 1979.
Em 2001, recebeu o grande-oficialato da Ordem da Liberdade.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
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